

Alienação: Mata.
São tão inocentes estes rostos, esses rostos.
Que tão rotos se inebriam pela dor; televisionada dor. E ver aquilo todo dia, toda hora, como rito, faz história. A história cruel, de uma batalha sanguinária... A batalha do Bem contra o Mal, de forma pior e lenta... torturante e que aliena, que faz-se em blasfema... Contra os Céus, Contra a paz, são detidos em casas... Que se lançam nessa estrada de perdição... Uma perdição, muito bem orquestrada: Por "nobres" mãos... Que fazem sucumbir tudo e todos, ou melhor, uma nação... Que se aliena...e morre...se aliena...e morre...nessa ação... Uma perdição, muito bem engendrada; que nos empurra... Goela abaixo toda uma sorte de embustes sem noção... E que acalenta, globalmente, milhões de zumbizões...
Valéria Guerra
Enviado por Valéria Guerra em 27/11/2011
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